POSTAGEM MAIS ANTIGAS

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

NICOLAU MAQUIAVEL

Pois é preciso notar que os homens devem ser afagados ou então aniquilados; eles
se vingarão de pequenas ofensas, mas não poderão fazer o mesmo nas grandes
ofensas; quando ofendemos um homem, portanto, de vemos fazê-lo de modo a não
ter de temer a sua vingança.
Nicolau Maquiavel, 1469-1527

SUN TZU

Ora, o que faz um soberano brilhante e um sábio general conquistarem sempre o
inimigo, e suas realizações superarem as dos homens comuns, é a presciência da
situação do inimigo. Essa “presciência” não vem dos espíritos, nem dos deuses,
nem de uma analogia com acontecimentos passados, nem de cálculos astrológicos.
Deve ser obtida de homens que conhecem a situação do inimigo — dos espiões.
Sun Tzu, A arte da guerra, século 4 a.C.
Os bons guerreiros fazem os outros irem até eles, e não vão até os outros. Este é o
princípio do vazio e do cheio na relação do eu com o outro. Se você induz os
adversários a virem até você, a força deles se esvazia; desde que você não vá até
eles, a sua força estará sempre cheia. Atacar o vazio com o cheio é como jogar
pedras em ovos.
Zhang Yu, comentarista do século XI sobre a A arte da guerra

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

A ARTE DA GUERRA

Os bons guerreiros fazem os outros irem até eles, e não vão até os outros. Este é o
princípio do vazio e do cheio na relação do eu com o outro. Se você induz os
adversários a virem até você, a força deles se esvazia; desde que você não vá até
eles, a sua força estará sempre cheia. Atacar o vazio com o cheio é como jogar
pedras em ovos.
Zhang Yu, comentarista do século XI sobre a A arte da guerra

SOBRE O PODER

“Os homens apressam-se mais a retribuir um dano do que um benefício, porque a gratidão é um peso e a vingança um prazer.” Tácito “Muita gente pensa que um príncipe sábio deveria, tendo oportunidade, incentivar astuciosamente uma inimizade uma inimizade, de forma que, ao elimina-la, ele possa aumentar a sua grandeza. Os príncipes especialmente os novos, encontraram mais fé e utilidade naqueles homens a quem, no início do seu poder, viam com suspeita, do que naqueles em quem começaram confiando.” Nicolau Maquiavel “Saiba tirar vantagem dos inimigos. Você precisa aprender que não é pela lâmina que se segura a espada, mas pelo punho, para poder se defender. O sábio lucra mais com seus inimigos do que o tolo com seus amigos.” Baltasar Gracián.

sábado, 15 de outubro de 2016

VONTADES

Vontade... vontade de coisas simples da vida, de coisas difíceis da vida. Vontade de brigadeiro, de pôr-do-sol, de água de coco e de banho de mar. Vontade de sapatos novos, de apartamento novo, latinhas de cerveja , de beijo na testa. De ficar de bobeira, sorriso na cara, e problemas pra trás. Vontade de você comigo, aqui perto de mim. Vontade de fofocas no meio da tarde, de camarão com suco de limão, de olhar pra Lua e contar estrelas. De dar risada por pura besteira, de fazer merda sem sentir culpa. Vontade de sonhar um sonho... dar um mergulho, fazer careta pro espelho. Vontade de jogar bola como quem não quer nada,ser menina levada, vontade de brincar de passa-anel e de novo o prazer de comer.. Do sorriso do CACA e do RODRIGO. Vontade de SER FELIZ... Vontade voltar a usar biquíni e de brincar na beira do mar, de tomar sorvete de groselha, bombom sonho-de-valsa, ver Chaves e achar engraçado. Vontade de dormir a tarde toda, e não sentir culpa. De não ter responsabilidade, de não me preocupar com política. Vontade de não me preocupar com BIPOLARIDADES. Vontade de escutar aquela música, aquela, sabe, que me faz pensar que O SONHO NÃO ACABOU... Vontade de ir, de ficar. De sair e de entrar, de partir, para nunca mais voltar. Vontade de ficar sem nunca precisar ter ido. Vontade de sorrir, mesmo tendo vontade de chorar. E de chorar, quando não há mais sorrisos nem nada mais a ser dito. Vontade de cores, de gostos, de gestos, de toques e mãos. Vontade de AMAR. De você, de nós, vós,

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

ETC...ETC...


Li uma postagem que fala justamente sobre a perda dos prazeres simples da vida. Pois é... É incrível como, no passado, já nos empolgamos com coisinhas de nada! Coisas que hoje não nos tocam de forma alguma. Não acho que isso seja algum tipo de evolução. Empobrecemos, isso sim, ao perder tantas fontes de prazer.

1- Antigamente eu adorava o reinício das aulas. Eu curtia principalmente o cheiro do material escolar novo dentro da pasta e as meias novas bem branquinhas.

2- Eu adorava quando meu padrinho dizia que eu era uma tremenda cabrocha. Hoje em dia ninguém nem sabe o que é isso!

3- Eu adorava lamber a tigela com a massa crua do bolo que minha mãe fazia.

4- Eu adorava ouvir bilhões de vezes os mesmos discos de histórias. Hoje não temos discos de história, mas DVD's. A coisa piorou. Antigamente eu ouvia o narrador e exercitava incrivelmente a minha imaginação. Era muito mais legal. Hoje eles imaginam tudo no lugar das crianças... Não houve um empobrecimento? Houve.

5- Eu gostava de ouvir a conversa dos adultos e tentar entender o mundo deles. Tudo me parecia misterioso e interessante.


6-- Eu adorava, quando faltava luz. Era muito divertido brincar com a sombra na parede. Ríamos tanto, eu e meus irmãos!

7- Eu adorava brincar de roda. Em todos os aniversários havia brincadeira de roda.

8- Eu adorava, nos aniversários, a hora da distribuição dos balões. Era um para cada criança e ficávamos muito felizes e empolgados em receber um. Passávamos a festa toda escolhendo qual iríamos pedir. "Aquele verde vai ser o meu!" "Ah, vou pedir o branquinho!" Nossa!

9- Eu gostava de colecionar ossinhos de rabada. Depois de comer uma deliciosa rabada nada melhor do que lavar os ossinhos para brincar. Brincar de quê? Ora, a gente dizia que os ossos eram os boizinhos. Era empolgante ter um "rebanho".

10- Eu adorava "fazer bolo". Receita: farinha, água, açúcar. Colocava em uma panelinha, deixava a farinha inchar. Quando virava no pratinho, tínhamos um bolo absolutamente comestível. Eu achava uma delícia! Quando conseguíamos ter acesso à lata de leite em pó era a glória! Aí o bolinho ficava mais gostoso ainda.

11- Eu adorava fazer o contorno das figuras de uma revista furando-as com um alfinete. Depois de tudo furadinho eu colocava a imagem contra a luz e ela se iluminava! Era como se estivesse cheia de estrelinhas!!!!

13- Eu adorava caminhar pela casa com um espelho sob os olhos, de forma que o que enxergava era o teto, não o chão. Eu me confundia toda e isso era muito engraçado. Claro que de vez em quando dava de cara na parede, mas isso é mero detalhe.

12- Eu passava horas muito felizes brincando de ser princesa.

13- Etc, etc.

É, a vida já foi bem mais simples... 

SAUDADES DE MIM


Sinto saudade do que eu era. Da vontade de viver, de fazer tudo ao mesmo tempo. Do friozinho na barriga.. Ahhh o friozinho na barriga, que delicia era.. Não sei se o erro esta comigo ou com as pessoas que não me despertam mais essa sensação. Sinto saudade dos sorrisos espontâneos, das gargalhadas que eu dava que poderiam se ouvidas pelos vizinhos. Muito caracteristico aliás.. E era sincero, era verdadeiro. Hoje já não sou a mesma. Quando eu lembro dela, sinto saudades. Era divertida, mais desinibida, sem preocupações, era menina, era jovial, era alegre. E me faz falta. Quando lembro dela não parece que ela sou eu. Da a impressão que ela é uma amiga que foi embora. Mas sou eu, ou o que eu era. Eu sinto saudade de mim mesma. 

Você precisa saber da piscina 
Da margarina, da Carolina, da gasolina 
Você precisa saber de mim.

(Caetano)

afeto literário






Você está aí? Estou. Que alívio! Pensei que eu estivesse sozinho. Bateu solidão? Não. É drama. Que é diferente de solidão. Entendi. Vamos conversar? Vamos. Você começa. Mas eu não sei como começar. Não sabe? E como veio parar aqui? É a maré. Eu fui trazido pela maré. Sabe quando a gente se deixa levar? É isso. Eu me deixei levar. Se levar pelo quê? Pela maré. Eu já disse. Mas há vários tipos de marés. Qual delas trouxe você? Eu não sabia que havia tantas marés. Mas, já que preciso dizer uma, acho que foi a maré das dúvidas. Por nunca saber, fui levado. E como se sente? Ainda não sei ao certo. Mas isto já é quase saber, não? Não saber ao certo é saber alguma coisa. De onde você tirou isso? Da maré das conclusões. Você foi trazido por ela? Tenho quase certeza que não.

  O AMOR NO COLO A dor não pede compreensão, pede respeito. Não abandonar a cadeira, ficar sentado na posição em que ela é mais aguda. Vejo ...